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NewsBytes Spanish july b 2018

A Universidade Bar-Ilan, em Ramat Gan, está embarcando em seu mais ambicioso programa de contratação de professores até hoje. A universidade planeja recrutar 100 novos pesquisadores na próxima década para posições acadêmicas nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, mais comumente conhecidas como STEM. A universidade tem aperfeiçoado essas disciplinas, incluindo o campo relacionado à medicina, como resposta às necessidades econômicas, científicas, de segurança e de saúde do Estado judeu.

Uma delegação de professores da Universidade de Bar-Ilan começou o processo de seleção esta semana se reunindo com cientistas, médicos e engenheiros judeus sediados nos EUA que são candidatos em potencial para postos de trabalho em Israel. Os professores estão fazendo entrevistas pessoais com eles. Quase 100 candidatos pré-selecionados devem comparecer.

A delegação Bar-Ilan inclui a professora Shulamit Michaeli, vice-presidente de pesquisa e ex-reitora de Mina e Everard Goodman Faculdade de Ciências da Vida; a professora Sharon Ruthstein, do departamento de química; o professor Alex Fish, da faculdade de engenharia, que lidera a área de nanotecnologia e o Centro de Impacto para o Projeto de Circuitos em Nano escala e Sistemas Integrados; e o professor Yonatan Aumann, diretor do departamento de ciência da computação. As feiras são organizadas em parceria com a ONG ScienceAbroad, em cooperação com o Ministério da Imigração e Absorção. As feiras acontecem nos centros da ScienceAbroad em Washington, DC; Nova York; Boston; L.A.; San Diego; Stanford e Berkeley. Em 2006, a Universidade Bar-Ilan lançou um programa chamado "Returning Scientists" para recrutar pesquisadores israelenses que estavam trabalhando fora de Israel nas mais diversas universidades de prestigio. Estes cientistas que retornaram se juntaram à Escola Azrieli de Medicina na Bar Ilan; a Mina e Everard Goodman Faculdade de Ciencias da Vida; Faculdade de Engenharia Alexander Kofkin e aos departamentos de química, informática, físicae matemática.

Eles vieram de instituições como a Universidade de Harvard, a Universidade de Stanford, a Universidade de Yale, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e dos Institutos Nacionais de Saúde, o ETH-Zurique e outros.

NewsBytes portuguese july 2018 1Alzheimer, que afeta cerca de 47 milhões de pessoas em todo o mundo, ainda é um distúrbio cerebral irreversível e mortal. A vacina desenvolvida pelo Dr. Eitan Okun,concentra-se na proteína beta-amilóide, que se acumula no cérebro de pessoas que sofrem desta doença mortal. A maioria das vacinas funciona trazendo uma resposta imune a um agente patogênico enfraquecido para aumentar a capacidade do sistema imunológico de combater o verdadeiro patógeno. A vacina Okun prepara o corpo para atacar o acúmulo de proteína beta-amilóide no cérebro.

"Dependendo dos resultados positivos e dos efeitos colaterais dos testes [com humanos], saberemos quanto tempo levará para a vacina estar no mercado mundial. Estou convencido de que o foco na vacinação é o caminho para combater as doenças neurodegenerativas ", diz Okun. Além da vacina, ele está investigando novas formas de diagnosticar com sucesso a doença de Alzheimer em estágios iniciais por meio de tecnologias avançadas de ressonância magnética para detectar os sinais iniciais de grupos de proteínas amilóides acumulados no cérebro.

Okun fez mestrado e doutorado em imunologia na Universidade Bar-Ilan e recebeu uma bolsa de estudos para seu pós-doutorado nos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos. Ele é professor da Bar-Ilan, na Faculdade Mina e Everard Goodman de Ciências da Vida.Além da vacina, ele aconselha uma combinação de exercício físico e estimulação ambiental para ajudar o cérebro a evitar a doença de Alzheimer, aumentando e fortalecendo as conexões das espinhas dendríticas que interferem em nossa capacidade de gerar memórias.

"No nosso laboratório, usamos técnicas multidisciplinares para atingir dois objetivos: identificar os mecanismos neuronais associados ao comprometimento cognitivo leve e, ao mesmo tempo, procurar indicadores que permitam aos médicos identificar os pacientes em risco, para que possam receber tratamento preventivo para demência antes que seja tarde demais ", disse Okun "Nosso desafio é encontrar pistas na biologia molecular e na bioquímica do cérebro que indiquem que há um problema e nos fornecer possíveis alvos nos quais nos concentrar para uma intervenção farmacológica precoce".

NewsBytes Spanish June 2018

Três por cento dos bebês nascem com um olho preguiçoso (ambliopia), o que significa uma diminuição da acuidade visual sem qualquer lesão orgânica que justifique isso. E cinco por cento das crianças em idade escolar sofrem de insuficiência de convergência - uma incapacidade de manter os dois olhos trabalhando juntos enquanto olham a uma pequena distância.

Quanto mais tarde estas condições são diagnosticadas, menor é a probabilidade de se obter um resultado satisfatório do tratamento

Atualmente, a principal ferramenta de diagnóstico é uma placa de teste com números e letras de tamanhos diferentes. Para este exercício, é necessário que as crianças saibam ler ou falar e, portanto, fica difícil diagnosticar problemas de visão em idade precoce. Além disso, o método de tampar o olho preguiçoso não é muito eficaz, devido à vergonha social que acompanha as crianças que devem usá-lo.

O Depto. de Optometria da Universidade Bar-Ilan, emconjunto com a empresa israelense Nova Sight, desenvolveu uma tecnologia revolucionária no diagnóstico e tratamento destes problemas de visão.

O primeiro produto desenvolvido é o EyeSwift. Ele consiste em acompanhar, com sensores, os movimentos do olho da criança para diagnosticar a visão prejudicada em menos de meio minuto e com precisão sem precedentes

Ao mesmo tempo, outro sistema inovador é o Cure Sight, que consiste em óculos 3-D. Eles são adaptados para um tratamento personalizado de acordo com a visão de cada olho, levando em consideração as características especiais de cada criança.

A deficiência visual da criança podendo ser diagnosticada em menos de 30 segundos, juntamente com óculos 3D para tratamento em casa, constituem uma verdadeira revolução em tudo o que existe relacionado à perda da visão das crianças pequenas.

JULY2018

Noa Yechezkel-Lubin, estudante de pós-graduação em Inteligência Artificial no Departamento de Computação da Universidade Bar-Ilan, está prestes a se tornar a primeira israelense a trabalhar na NASA em uma missão oficial de Israel. Ela trabalhará com os principais pesquisadores em projetos espaciais do futuro e analisará as informações dos mais modernos e inovadores telescópios.

Ela participará de um estudo para encontrar planetas de tamanho semelhante ao da Terra, fora do sistema solar, usando informações de telescópios como o TESS, lançado em abril deste ano no espaço. "A combinação de inteligência artificial com meu conhecimento de espaço me permitirá analisar com mais qualidade as informações e tirar conclusões mais detalhadas", diz Noa.

Paralelamente a seus estudos na Universidade Bar-Ilan, ela trabalha para realizar seu sonho de criar uma empresa emergente que combine inteligência artificial com espaço. Ela também estimula os campos da ciência entre as mulheres e ganhou bolsas de estudo por excelência e participação social do Google, Intel e Apple.

O objetivo de Yehezkel-Lubin é encorajar as mulheres a se voltar para as ciências, integrando-as no projeto "marchando até a lua" - projeto internacional cujo objetivo é alcançar juntos a quantidade de passos necessários para chegar até a lua.